E vem um novo conto aí…

É feito de papel mesmo. Aquela coisa bem anos 90.

https://www.chiadobooks.com

“O que pode dar errado quando seu melhor amigo tem um plano tão ousado quanto desesperado para restaurar a glória de suas carreiras outrora promissoras? Uma série de mortes rodeadas de elementos místicos levanta suspeitas de que uma antiga lenda possa ser real. Conseguir provas das existência dessa criatura sobrenatural pode finalmente tirar esses dois amigos de seu exílio. A recompensa é grande, como são também os riscos envolvidos. Mesmo dois homens que já perderam tanto na vida, podem descobrir-se com alguns tesouros que gostariam de manter.

Se você tiver interesse, é só conversar com o “senhor Saraiva” e fazer sua pré-reserva.

Pré-venda: https://www.saraiva.com.br/sombras-rebeldes-10619777/p

O Alerta do Peregrino

Algo escapou de ser dito no post sobre o primeiro conto.

Quando resolvi escrever essas histórias mais curtas para poder tornar o processo de publicação viável, acabei não escrevendo nada do que estava na história principal.

A opção que pareceu mais viável foi escrever sobre personagens que tiveram certa importância na trama, mas que não tiverem tempo de desenvolvimento. O passado já estava escrito nas planilha e organogramas que haviam sido feitos, mas não havia história propriamente dita.

O irônico é que, assim como na maioria dos filmes sobre viagem no tempo, escrever sobre o passado altera o presente (no caso, aquilo que ainda não está publicado).

O conto anterior se passa décadas antes da história que quero contar começar e conseguiu influenciar a ponto de se desaparecer com personagens.

Essa história de agora de passa poucos anos antes e conta sobre personagens muito próximos da narrativa centra. Imagine então o quanto ela modificou a história central.

Livro: O Alerta do Peregrino (Amazon)

As Forlatezas de Áygan

Post patrocinado por mim.

Eis a razão pela qual decidi criar um blog e ser mais ativo nas mídias sociais (vamos ver quanto tempo isso vai durar).

Sabe aquelas histórias que você inventa na sua brincadeira para explicar a razão pela qual seus brinquedos precisam fazer algo ou estão vindo de fazer algo e que – quando você finalmente termina de “preparar” a brincadeira – já perdeu a vontade de brincar?

Sei que não ocorre com todos, mas comigo era frequente. Após um episódio de Star Trek, onde um personagem contava que imaginava temporadas inteiras de jogos de baseball apenas em sua cabeça, decidi fazer o mesmo. Dispensei os brinquedos e desenvolvi histórias por dias à fio apenas em minha cabeça.

Infelizmente esqueci todas elas.

Pareciam boas histórias na época, mas talvez seja melhor deixá-las na infância.

Vão-se uns bons anos que um velho amigo mostrou um livro que ele estava escrevendo. Na época era “novo” amigo. A leitura da obra ainda inacabada me inspirou a fazer o mesmo.

Escrevi um história épica que compreende do início ao fim de um universo inteiro, falando literalmente.

Escrever e preparar todo o cenário, organizar os acontecimentos que foram e que serão foi realmente interessante. Um exercício e tanto de imaginação. Era chegada a então hora de “brincar” novamente. Uma amiga amável me ajudou a fazer a revisão do primeiro romance.

Aquela obra está guardada até hoje e provavelmente jamais verá a luz do dia. Não naquele formato.

Revisar, reescrever, repensar e melhorar é uma arte que exige tempo e paciência.

Um terceiro amigo, que agora mora do outro lado do oceano, disse-me certa vez que um elefante deve ser comigo de “colherinha”. Ou seja, faça as coisas de pouco em pouco (o bom e velho M.V.P. para quem desenvolve software).

Decidi retomar a obra em forma de contos.

Esse é o primeiro. Há um segundo que já foi publicado e um terceiro saindo do forno.

Nem de perto é minha melhor escrita, mas não me envergonho dela.

Já escrevi demais. Até a próxima.

Comprar: As Fortalezas de Áygan (Amazon)

Review: A sutil arte de ligar o f***-se (ou “A Nova Roupa do Rei” para a vida moderna)

Post patrocinado por ninguém.

Cansado do mercado de livros de auto ajuda que não cumprem seu propósito? Se sua resposta for afirmativa, esse livro vai te fazer rir das obviedades da vida e do quanto nos negamos a ver a verdade debaixo de nossos narizes.

Como dito no título, o livro lembra a história “A Nova Roupa do Rei” (leia na wikipedia ou compre na amazon. Não vou te contar ela aqui) onde é necessário alguém com bom senso e disposição para dizer a todos que a nova roupa do rei na verdade não existe que ele está nu.

Por vezes pensamos em algo que vai contra o pensamento geral, mas ficamos quietos por achar que somos os únicos a pensar dessa forma.

Quando aparece um desbocado que fala algo que se alinha com o que você vem deduzindo por si só, descobre que há todo um coro de pessoas que pensam igual e isso confere mais coragem para questionar a “norma vigente”.

Infelizmente isso é verdade também para movimentos anticientíficos correndo soltos pela internet.

Voltando ao livro.

Por vezes dá a impressão de que ele vai te apresentar uma nova teoria/tendência, mas não percebi isso acontecer. Simplesmente ajudou a organizar melhor os pensamentos e redefinir algumas prioridades.

Recomendo.

Onde comprar?

Amazon, Submarino, Saraiva ou onde você achar melhor

“Textão” só pra falar bem de um bom atendimento.

Parece existir um aura de indignação por conta das injustiças que sofremos. Esse sentimento costuma estender-se a pessoas com quem nos identificamos. Por conta disso, corremos o risco de ficar sempre indignados, afinal injustiças acontecem a todo o tempo.

Essa “indignação coletiva” parece criar uma nuvem negra em nossas cabeças e até nos faz ver coisas boas que nos acontecem como algo trivial.

O carro que te deu a vez na faixa de pedestre? Não fez mais que a obrigação.
O diretor que dá bom dia para todo empregado que cruza seu caminho? Está se fazendo de humanitário.
E por aí vai…

Na tentativa de reverter um pouco essa forma de pensar (porque eu me recuso a usar a palavra “mindset”), vou contar uma breve história:

Meu filho faz aula de musicalização em uma escola aqui da cidade. Faz uns meses que a turminha dele se subdividiu, parte do tempo, em pequenos grupos para estudar um instrumento específico. No caso dele foi o trompete. Não vou detalhar os avanços que ele já fez para não para não parecer babão demais, mas ele está indo bem e era chegada a hora de comprar um trompete.

Quando se fala em comprar um instrumento musical eu sempre procuro antes um usado que atenda a necessidade. É assim comigo, com a minha esposa e não seria diferente com nosso filho.

No final de semana, navegando na “rede mundial de computadores” (galera da internet discada vai entender), achei um usado em uma loja especializada (link ao final do post). Já visitei o estabelecimento em outras ocasiões, mas “perto daqui” não é uma palavra que eu usaria para descrevê-la. Fica a algumas cidades de distância, então resolvi confiar na loja e comprar sem pegar no dito nas mãos. Escolhi o modo de envio e esperei.

Início da semana eles me ligaram informando que o envio demoraria uns dois dias ainda pois não vendem instrumentos usados sem antes fazer uma revisão e ter certeza de que estão adequados para uso.

Resumo da história?

Ontem ele levou o trompete para a aula e o professor elogiou o estado e a qualidade do instrumento.

Não fizeram mais que a obrigação? Talvez alguns digam que sim, mas eu prefiro pensar que há pessoas e empresas tentando fazer o seu melhor, naquilo que lhes compete, para tornar o mundo um pouco mais amigável.

A loja que comprei foi a Plander. Já comprei vários artigos lá e jamais tive problemas.

https://www.plander.com.br

Quem tem medo de expressões regulares?

Se você não trabalha com desenvolvimento de software, fuja desse post… mas volte no próximo.

Ainda aqui? Tudo bem.

Faz um tempo que, na equipe em que trabalho, tomamos por meta começar a escrever artigos técnicos que possam ajudar outros “pelo mundo”. Como realmente gosto de expressões regulares (“regex” para os íntimos), redigi algo que tentei deixar inteligível para todos (os desenvolvedores).

Assim como em no heavy metal as letras são majoritariamente em inglês, mesmo que você seja do Brasil, na área de T.I. também é comum utilizarmos o idioma da rainha para escrever. Não é soberba ou sectarismo, apenas convenção.

Segue o texto

https://dev.to/buojira/i-ain-t-afraid-of-no-regex-54ig

dev.to